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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Neuromarketing: veja técnicas usadas pelo comércio para "enganar o cérebro" e fazer o cliente gastar mais
http://economia.uol.com.br/infograficos/2012/05/18/neuromarketing-veja-tecnicas-usadas-pelo-comercio-para-enganar-o-cerebro-e-fazer-o-cliente-gastar-mais.htm
Gráfico muito interessante sobre como elevar as vendas nas lojas e mercados. Como consumidor, vi que todas as técnicas são muito sutis e interessantes. Algumas muito curiosas.
Gráfico muito interessante sobre como elevar as vendas nas lojas e mercados. Como consumidor, vi que todas as técnicas são muito sutis e interessantes. Algumas muito curiosas.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Vendas do comércio sobem 4,3% em 2013, menor resultado em 10 anos
As vendas no comércio varejista brasileiro avançaram 4,3% em 2013, de acordo com informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgadas nesta quinta-feira (13).
Foi o menor crescimento desde 2003, quando tinha encolhido 3,7%.
Em dezembro, as vendas caíram 0,2% em relação a novembro, na primeira queda após nove meses seguidos de alta. Já em relação a dezembro do ano passado, houve aumento de 4%.
Destaques de 2013
O segmento de artigos de uso pessoal e doméstico cresceu 10,3% no volume de vendas em 2013 em relação ao ano anterior, e ajudou a puxar a alta do resultado anual do comércio varejista.
Entre os diversos ramos do comércio, o de lojas de departamentos foi o que teve maior influência (48%) no resultado.
A atividade de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo teve crescimento de 1,9% em 2013 em relação ao ano anterior. A taxa de crescimento caiu em relação à do ano anterior (que tinha sido de 8,5%). Segundo o IBGE, isso aconteceu porque o salário do brasileiro, descontada a inflação, cresceu menos que em 2012.
Resultados mensais
Das dez atividades que compõem o comércio varejista ampliado, seis tiveram queda em dezembro. O setor de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação perdeu 12,6%; vendas de móveis e eletrodomésticos recuaram 3,5%; veículos, motos, partes e peças perderam 3,4%.
As vendas de combustíveis e lubrificantes caíram 1,9%; artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos recuaram 1,2%; e materiais de construção caíram 0,2%.
Apresentaram resultados positivos os setores de tecidos, vestuário e calçados (0,7%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,5%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,2%); e livros, jornais, revistas e papelaria (0,2%).
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Perspectivas monetárias globais, por Michael Heise - economista chefe do grupo Allianz
O ano de 2014 começa com sinais de instabilidade para muitas economias emergentes. Há uma acentuada preocupação com a desaceleração da economia chinesa. A forte queda do peso argentino frente ao dólar provocou pressão de venda generalizada de moedas de países emergentes como um todo. Mas a volatilidade atual não é prenúncio de uma desaceleração permanente dessas economias como um todo. A diferenciação é necessária — e é isso que os mercados financeiros estão fazendo agora.
A escala do desgaste varia amplamente de país a país. Exemplo disso são os problemas que atualmente assolam a Argentina. Eles podem ser tudo, menos uma surpresa. Ao contrário, são o resultado de anos de anos de má gestão política, que resultou em inflação elevada, moeda supervalorizada e corrosão maciça das reservas externas.
Por outro lado, as moedas dos mercados emergentes da Europa Central e Oriental permaneceram relativamente estáveis. Por exemplo, graças ao desempenho robusto da economia da Polônia, a moeda local (o złoty) manteve sua taxa de câmbio estável em relação ao euro, caindo apenas 2,2% desde o começo do ano. O forint húngaro registrou queda de pouco mais de 5% em relação à moeda única no mesmo período — menos que no passado, quando problemas macroeconômicos do país tornaram a taxa de câmbio mais vulnerável às mudanças de perspectiva de mercado.
A estabilização da economia da zona euro e a redução dos desequilíbrios têm ajudado a melhorar as perspectivas de crescimento para os países da Europa Central e Oriental. Além disso, a maioria dessas nações tem feito progressos ao controlar seus próprios desequilíbrios. Por outro lado, a moeda russa continuou sua longa trajetória em queda livre este ano, caindo mais de 5,5% desde o início de janeiro. Os motivos são, principalmente, internos: o frágil clima para investimentos, pesadas saídas de capital e amplo déficit em conta corrente.
Cédulas de 100 pesos: Argentina lidera a desvalorização das moedas dos emergentes (Diego Giudice/Bloomberg)
Olhando para a América Latina também notamos grandes diferenças regionais. O peso argentino, o principal culpado da região, despencou 19% em relação ao dólar este ano. No Brasil, as perdas do real em 2014 têm sido relativamente baixas, mas isso vem da forte depreciação no ano passado. O capital também está deixando o México e o Chile.
A dependência da região em relação às commodities é preocupante. Se o crescimento econômico chinês se mostrar mais fraco que o esperado, os preços das commodities e as exportações estão propensos a cair, prejudicando o crescimento dos países latino-americanos.
No entanto, como os indicadores de produção industrial globais sobem desde o segundo semestre de 2013, assinalando melhorias nas economias avançadas, as previsões negativas para os mercados de commodities podem estar equivocadas.
Até agora, as perdas cambiais asiáticas estão limitadas. A moeda sul-coreana (o won) sofreu uma grande queda (de 3%) entre o início do ano até fevereiro (resultado de uma tendência ascendente prolongada no ano passado). As moedas indiana e indonésia têm aguentado bem a tempestade, após uma queda abrupta em 2013. A rúpia, sobrecarregada por um crônico déficit em conta corrente, o avanço da inflação e uma acentuada desaceleração no crescimento, perdeu 11% ao longo do ano passado.
Paradoxalmente, a China, país atualmente sob intensos holofotes, é a única grande economia emergente cuja moeda subiu ligeiramente em relação ao dólar. Fato notável quando se leva em conta os enormes desafios que a China enfrenta – como o de reequilibrar o seu modelo de crescimento para arcar com a bolha de crédito imobiliário. Autoridades chinesas estão prestes a apertar a política monetária e impor medidas reguladoras para refrear o risco sobre a dívida, que implica sacrificar o crescimento econômico de curto prazo e recolocá-lo numa base estável. Evidentemente, os mercados acham que as autoridades estão à altura da tarefa.
A Turquia, um país cujo enorme potencial de crescimento é marcado por grandes desequilíbrios, não foi tão feliz. A lira turca está sendo ridicularizada, caindo mais de 7% em relação ao euro desde janeiro — e 24% desde meados do ano passado. Mas a vulnerabilidade do país à brusca mudança nos mercados financeiros era previsível. Déficits em transações correntes (financiados principalmente pela entrada de capitais de curto prazo), a incerteza política interna e os últimos episódios da política monetária pouco ortodoxa têm prejudicado toda confiança do investidor nos últimos meses. Como na China, os processos necessários de ajustamentos vão pesar sobre o crescimento no curto prazo, embora as perspectivas de médio e longo prazo sejam positivas.
Os mercados financeiros estão evidentemente castigando as moedas dos países, que, devido a desequilíbrios macroeconômicos ou instabilidade política, são suscetíveis a choques externos de qualquer tipo. Com efeito, alguns participantes temem que a espiral de depreciação, aumento da inflação e taxas de juros ascendentes possam expandir a crise de confiança numa escala maior.
Mas, por enquanto a retirada de capital não pode ser descartada, pois nem todos os investidores nadam a favor da maré. Com os preços dos países afetados por essa crise a um patamar muito mais favorável, as medidas de estímulo à confiança poderiam incentivar futuros investidores a testar essas águas.
Em termos gerais, as desvalorizações podem ajudar a aumentar a competitividade e reduzir os déficits externos. Mas, no curto prazo, essas desvalorizações podem agravar problemas econômicos porque incitam maiores reivindicações salariais, alimentando a pressão inflacionária e aumentando os custos de financiamento externo.
Nestas circunstâncias, a política monetária deve desempenhar um ato de equilíbrio. Para combater o aumento da inflação doméstica, os bancos centrais precisam elevar as taxas de juros – sem sufocar o mercado. Os políticos estão mais propensos a ter sucesso em suas empreitadas à medida que reformas internas abordem os desequilíbrios macroeconômicos e outros obstáculos para o crescimento de longo prazo.
artigo escrito por Michael Heise - economista-chefe do grupo Allianz
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
'Lua de mel com o Brasil acabou', diz ex-ministro
O ex-ministro da Agricultura e coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getulio Vargas (GV Agro), Roberto Rodrigues, disse, na quarta-feira, 12, que é recorrente entre os empresários a ideia de que o Brasil será rebaixado pelas agências de classificação de risco, diante do clima pessimista externo e de investidores com o País.
"Participei (nesta quarta-feira) de uma reunião com lideranças e empresários e a fase de lua de mel com o Brasil acabou. As pessoas olham para o Brasil com insegurança e o País deixou de ser um receptor de investimentos", disse. "Não há mais o mesmo interesse e a vontade de investir aqui; a ideia de que a gente perderá espaço no grau de investimento é recorrente", completou, ao Broadcast, serviço de informações da Agência Estado.
Na avaliação do ex-ministro da Agricultura, o que mais incomoda é o fato de o "desânimo" diante do cenário brasileiro superar a realidade. "(A economia) está ruim, mas não tão grave ainda. O estado de espírito é pior que a situação real, e esse estado de espírito pode piorar ainda mais a situação."
Agroenergia
Rodrigues fez duras críticas à política do governo para a área de agroenergia, ou seja, a energia produzida principalmente com a queima do bagaço de cana, que poderia socorrer o sistema com oferta nos períodos de reservatórios com níveis reduzidos.
"Há uma incompetência terrível do governo na área de agroenergia. Só com a cogeração temos uma (oferta reprimida equivalente à usina de) Belo Monte no Estado de São Paulo. Mas os leilões (de energia nova) foram dirigidos para outras fontes", disse ele.
Com os preços baixos, companhias do setor de açúcar e álcool evitaram ofertar energia nos leilões do governo. Sem a demanda do setor, Rodrigues lembra que as empresas produtoras de caldeiras para geração de energia térmica com bagaço da cana estão praticamente paradas.
Para o ex-ministro, a "prática desmente" as notícias de que não há risco de apagões no País. "Por enquanto, as notícias são de que não há risco de desabastecimento de água e de apagões estruturados. Mas a prática desmente isso. Não é generalizado, mas tem apagão aqui e ali." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Por Camila Moreira
SÃO PAULO, 10 Fev (Reuters) - Economistas de instituições financeira passaram a ver um aperto maior da política monetária neste ano ao elevarem a projeção para a Selic a 11,25 por cento, e com isso estimam agora a inflação abaixo de 6 por cento.
Na pesquisa anterior, a expectativa para 2014 era de que a taxa básica de juros ficaria em 11,00 por cento. Para 2015, ele passou a ser estimada em 12,00 por cento, contra 11,88 por cento na mediana da semana anterior.
De acordo com a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira, a perspectiva para a reunião deste mês do Comitê de Política Monetária (Copom) continua sendo de alta de 0,25 ponto percentual na Selic, para 10,75 por cento.
Mais duas altas de 0,25 ponto percentual estão previstas: uma para abril e outra para dezembro, após as eleições presidenciais em outubro. O Copom, segundo a expectativa mostrada no Focus, entraria 2015 elevando a Selic até 12 por cento em abril.
A persistência da inflação em níveis altos levou o BC a iniciar este ano elevando a Selic em 0,50 ponto percentual, para os atuais 10,50 por cento. Em janeiro, o IPCA desacelerou a alta em 12 meses a 5,59 por cento, mas segundo analistas ainda há resistência.
Além disso, a reunião em 25 e 26 de fevereiro terá como pano de fundo a recente onda de mau humor com mercados emergentes e que levou BCs de países como Turquia, Índia e África do Sul a elevarem os juros.
O Focus mostrou ainda que o Top-5 de médio prazo, com as instituições que mais acertam as projeções nesse período, vê aperto monetário ainda maior. A mediana das projeções aponta que a Selic encerrará 2014 a 11,75 por cento e 2015 a 12,25 por cento. Os números repetem as projeções da semana anterior.
INFLAÇÃO
Com o cenário de maior aperto monetário, o Focus mostrou ainda alívio nas expectativas de inflação para 2014. Os economistas reduziram a projeção para o IPCA deste ano a 5,89 por cento, ante 6,00 por cento anteriormente.
A meta do governo é de 4,5 por cento, com margem de 2 pontos percentuais para mais ou menos.
Para 2015, a perspectiva para o IPCA permaneceu em 5,70 por cento. A projeção para a inflação nos próximos 12 meses também não sofreu alterações, permanecendo em 6,00 por cento.
Em relação à economia, a previsão de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano sofreu ligeiro ajuste a 1,90 por cento, 0,01 ponto percentual abaixo da leitura da semana anterior. Para 2015 os economistas ainda veem crescimento de 2,20 por cento.
Em relação a 2013, a expectativa de crescimento da economia foi ligeiramente ajustada a 2,24 por cento, 0,01 ponto percentual abaixo da semana anterior. O IBGE divulga no próximo dia 27 os dados sobre o PIB do ano passado.
Veja abaixo os dados sobre a expectativa do mercado, pela mediana das projeções:
2014 2015 Indicador Anterior Atual Anterior Atual
.IPCA 6,00% 5,89% 5,70% 5,70% .Dólar (fim do ano) R$2,47 R$2,47 R$2,51 R$2,53 .Selic (fim do ano) 11,00% 11,25% 11,88% 12,00% .Dívida líquida/PIB 34,90% 34,95% 35,00% 35,00% .PIB (crescimento) 1,91% 1,90% 2,20% 2,20% .Indústria (crescimento) 2,00% 1,93% 3,00% 2,95% .Conta corrente (US$ bi) -73,00 -73,00 -69,90 -68,00 .Balança (US$ bi) 8,25 8,01 13,00 13,00 .IED (US$ bi) 58,00 57,50 60,00 58,00 .Preços administrados 4,00% 4,03% 5,00% 4,90%
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Artigo da revista The Economist sobre perspectivas financeiras globais
FOR much of 2013 the world’s big stockmarkets had a magical quality about them. They soared upwards—America’s S&P 500 index rose by 30% last year, and Japan’s Nikkei by 57%—buoyed by monetary stimulus and growing optimism about global growth. Over the past month, the magic has abruptly worn off. More than $3 trillion has been wiped off global share prices since the start of January. The S&P 500 is down by almost 5%, the Nikkei by 14% and the MSCI emerging-market index by almost 9%.
That investors should lock in some profits after such a remarkable surge is hardly surprising (see article). American share prices, in particular, were beginning to look too high: the S&P finished 2013 at a multiple of 25 times ten-year earnings, well above the historical average of 16. A few bits of poor economic news of late are scarcely grounds for panic. It is hard to see a compelling economic reason why one unexpectedly weak report on American manufacturing, for instance, should push Japan’s Nikkei down by more than 4% in a day. Far easier to explain the market gyrations as a necessary correction.
From supercal…to fragilistic
Prices always jump around, but in the end they are determined by the underlying economy. Here it would be a mistake to be too sanguine. Economists are notoriously bad at predicting sudden turning-points in global growth. Even if it goes no further, the dip in asset prices has hurt this year’s growth prospects, particularly in emerging markets, where credit conditions are tighter and foreign capital less abundant. Tellingly, commodity prices are slipping too. The price of iron ore fell by more than 8% in January.
On balance, however, this newspaper’s assessment of the evidence to date is that investors’ gloom is overdone. A handful of disappointing numbers does not mean that America’s underlying recovery is stalling. China’s economy is slowing, but the odds of a sudden slump remain low. Although other emerging markets will indeed grow more slowly in 2014, they are not heading for a broad collapse. And the odds are rising that monetary policy in both Europe and Japan is about to be eased further. Global growth will still probably exceed last year’s pace of 3% (on a purchasing-power parity basis). For now, this looks more like a wobble than a tumble.
The outlook for America’s economy is by far the most important reason for this view. Since the United States is driving the global recovery, sustained weakness there would mean that prospects for the world economy were grim. But that does not seem likely. January’s spate of feeble statistics—from weak manufacturing orders to low car sales—can be explained, in part, by the weather. America has had an unusually bitter winter, with punishing snowfall and frigid temperatures. This has disrupted economic activity. It suggests that all the figures for January, including the all-important employment figures, which were due to be released on February 7th after The Economist went to press, should be taken with a truckload of salt.
All the more so because there is no reason to expect a sudden spending slump. The balance-sheets of American households are strong. The stockmarket slide has dented consumer confidence, but investors’ flight from risk has pushed down yields on Treasury bonds, which in turn should lower mortgage rates. Fiscal policy is far less of a drag than it was in 2013. All this still points to solid, above-trend growth of around 3% in 2014. One reason this may not excite investors is that it no longer implies an acceleration. America’s economy was roaring along at a 3.2% pace at the end of 2013. The first few months of 2014 will be weaker than that, even though average growth for 2014 still looks likely to outpace last year’s rate of 1.9%.
China’s economy, for its part, is clearly slowing. The latest purchasing managers’ index suggests factory activity is at a six-month low. The question is how far and how fast that slowdown goes. Many investors fear a “hard landing”. Their logic is that China has reached the limits of a debt-fuelled and investment-led growth model; and that this kind of growth does not just slow but ends in a financial bust. Hence the jitters on news that a shadow-bank product had to be bailed out. Yet it remains more likely that China’s growth is slowing rather than slumping. The government has the capacity to prevent a rout; and the recent bail-out suggests it is willing to use it.
If fears about a hard landing in China are exaggerated, then so are worries about a broad emerging-market collapse. That is because the pace of Chinese growth has a big direct impact on emerging economies as a whole. Expectations for Chinese growth will also be a big influence on the desire of foreigners to flee other emerging markets, and hence on how much financial conditions in these countries tighten. After more than doubling interest rates, Turkey’s economy will be lucky to grow by 2% in 2014, compared with almost 4% in 2013. But in most places less draconian rate hikes will merely dampen a hoped-for acceleration in growth rather than prompt a rout.
The final, paradoxical, reason for guarded optimism is that the market jitters make bolder monetary action more likely in Europe and Japan (see article). With inflation in the euro area running at a worryingly low 0.8%, the European Central Bank (which met on February 6th after we went to press) needs to do more to loosen monetary conditions. Really bold action, such as buying bundles of bank loans, is more likely when financial markets are in a funk. That logic is even stronger in Japan, whose stockmarket has fallen furthest and where the economy will be hit by a sharp rise in the consumption tax on April 1st. So more easing is on the cards.
Still in need of a spoonful of sugar
If this analysis is correct, the current market pessimism could prove temporary. Investors should recover their nerve as they realise that the bottom is not falling out of the world economy. Our prognosis is a lot better than the outcome markets now fear. But it would not be much to get excited about. The global recovery will be far from healthy: too reliant on America, still at risk from China, and still dependent on the prop of easy monetary policy. In other words, still awfully wobbly.
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